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Boas práticas para envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis

Conhecer as boas práticas para envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis é imprescindível. Isto garante a higiene das cargas, o atendimento às normas e, principalmente, a satisfação do cliente de ter um envio sem danos ao que é transportado. Acompanhe este artigo para saber quais são as boas práticas para o envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis.

Boas práticas para envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis

O que é recomendado para envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis?

Seja com sua própria frota de motos ou contratando um motoboy pela Motoboy.com, é importante seguir alguns cuidados para não ter problemas.

A Motoboy.com não se responsabiliza por cargas que foram danificadas durante o translado por descuido no envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis, desrespeitando as boas práticas listadas nesse artigo.

Seguindo estas recomendações gerais, dificilmente haverá problemas na entrega, independentemente da carga ser ou não perecível:

  • As entregas deverão durar o tempo estritamente necessário para o deslocamento entre o local de envio e o seu destino. Você não vai querer que a comida chegue fria para seu cliente, portanto acondicione o alimento em um compartimento que garanta sua conservação e temperatura, mesmo em casos de um eventual atraso na entrega. Para alimentos que precisam ser mantido em baixas temperaturas, embale o alimento em um recipiente térmico apropriado, ou disponibilize uma térmica para acomodar o alimento durante as entregas e contrate o trajeto de retorno para devolução da térmica. Certifique-se de falar com o motoboy se ele realmente terá condições de entregar nas condições e tempo adequados; caso ele afirme que não conseguirá, pode ser melhor buscar outro motoboy enquanto conserva o alimento na temperatura adequada;
  • Os materiais utilizados para fixação e para proteger o alimento deverão estar devidamente higienizados, não constituindo fonte de contaminação;
  • Quanto mais frágil a estrutura da carga, mais necessários serão acessórios como estrados, embalagens especiais e caixas plásticas para acondicioná-los. Flores, docinhos, salgados e bolos são especialmente delicados para o transporte de moto, portanto se certifique de acomodar adequadamente em algum compartimento apropriado para o transporte. O esperado é que uma moto faça curvas fechadas e tenha pouca estabilidade no compartimento de transporte, portanto se houver dúvida ou receio quanto a capacidade da carga ser levada sem levar danos, é recomendado que não envie;
  • A responsabilidade pelo envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis é inteiramente de quem envia e embala essas cargas. Ao entregador, cabe cumprir o combinado na entrega com zelo à carga. Entretanto, o compartimento de carga de um motoboy não é estável, portanto quem envia deve tomar as medidas necessárias para garantir um envio seguro. Se não houver condições de acomodar adequadamente a carga para envio na moto, o recomendado é que não envie a carga frágil;
  • Não se deve transportar alimentos crus junto com alimentos preparados para o consumo, uma vez que podem ser fontes de contaminação em relação ao alimento que será ingerido;
  • O transporte de dois tipos de alimentos diferentes deve ser evitado, caso um deles represente risco de contaminação para o outro.

Boas práticas para empresas de entregas e restaurantes no envio e embalagem de alimentos

Empresas de entregas e restaurantes que fazem delivery de alimentos devem ficar atento a diversas regras e boas práticas para envio e embalagem de alimentos. Além do risco à saúde que embalagem de alimentos fora das normas da Anvisa representa, o desrespeito às boas práticas pode também gerar prejuízos para a empresa que realiza delivery de alimentos. O artigo 10 da Lei 6.437 do Código Civil estipula sanções que vão de multas até a interdição de estabelecimentos que não observam as normas para acondicionar alimentos.

Veja abaixo alguns considerações gerais que deve levar em conta no envio e embalagem de alimentos.

1. Conhecer as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária

Antes mesmo de começar a embalar os alimentos para serem comercializados, deve-se conhecer a fundo a lei que regulamenta a atividade. As normas estão segmentadas pelos seguintes tipos de material:

  • plástico;
  • celulósico;
  • metálico;
  • vidro;
  • têxtil;
  • elastométrico

A legislação é relativamente extensa, logo, o ideal é que seja reservado um tempo para a leitura das Portarias que regem o embalo de alimentos.

2. Utilizar os materiais certos para embalagem de alimentos

O processo de fabricação e preparo de alimentos deve ser planejado para que não haja contaminação em nenhuma etapa. A Anvisa é clara ao reconhecer que utensílios de cozinha e embalagens descartáveis devem ser feitos de materiais que não sejam vetores de agentes contaminantes.

Essas normas também devem ser respeitadas no transporte de alimentos, portanto, quem realiza entregas deve seguir as orientações da agência com o mesmo zelo.

3. Manter a higiene pessoal

Além da assepsia das embalagens, outro aspecto vital ao manipular alimentos para serem embalados é a higiene pessoal. Todos que estiverem envolvidos nos processos de preparo e embalo devem dar atenção especial à higiene das mãos.

Manter um dispenser de álcool em gel ao alcance dos profissionais ajuda muito nesse sentido, tal como a automação de processos, dispositivos de higienização fazem cozinhas e unidades fabris ganharem em agilidade e eficiência.

Assim, os colaboradores não precisam se ausentar dos locais de preparo para realizarem seu asseio. Usar luvas pode ajudar, desde que sejam descartáveis e que só entrem em contato com os alimentos a serem embalados.

4. Cuidar do transporte

Um dos maiores desafios encontrados por quem produz e comercializa alimentos é cuidar do transporte. Nem sempre é possível enviar alimentos por motoboys, mas em alguns casos, com os cuidados certos, dá para transportar sem sustos.

Quentinhas (ou marmitex), por exemplo, devem ser transportadas em mochilas específicas. Elas são confeccionadas em lona, custam aproximadamente R$ 120,00 e podem acomodar até 20 quentinhas, em compartimentos feitos de isopor com capacidade para 4 unidades cada.

Até mesmo os bolos podem ser transportados por motos, desde que sejam embalados e acondicionados em embalagens e recipientes apropriados.

Já o transporte de doces em motos, por exigir mais cuidado ainda, deve ser feito em caixas com divisórias de papelão entre eles. Dentro da caixa, é recomendável que não haja espaço entre os docinhos, para que eles não “sambem” lá dentro durante o transporte.

Existem cuidados adicionais que precisam ser observados, principalmente em relação à higienização dos compartimentos de transporte. Também devem ser observadas as condições de temperatura, uma vez que há alimentos que exigem refrigeração, mesmo em trajetos curtos.

Esse cuidado com a refrigeração, a propósito, deve ser especialmente observado quando o percurso a ser feito for mais extenso que o normal. Alimentos preparados com ingredientes que possam estragar por causa de temperaturas altas precisam ser transportados de forma ainda mais cuidadosa.

Seguindo essas recomendações para garantir a higiene e segurança em embalagem de alimentos, as regras serão atendidas e os produtos terão uma aceitação maior. Afinal, com saúde e alimentação não se pode vacilar!

Se você curtiu o artigo sobre o envio e embalagem de alimentos e outros materiais frágeis e agora quer se aprofundar nas melhores práticas de gestão para empresas de entregas, confira as 6 vantagens da automação de processos para empresas de entregas!

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