capacetes de moto

Conheça os 4 capacetes de moto mais seguros

Se o trânsito já é perigoso para quem está dentro de um carro, protegido por uma cabine firme, imagine para um motociclista, cujo corpo está totalmente descoberto e vulnerável ao menor impacto. Tendo isso em vista, quem anda de moto deve investir não só em uma direção defensiva e atenta, mas em equipamentos de proteção, que protegerão certas partes do corpo  de possíveis acidentes. O principal deles é o capacete de moto, instrumento de proteção essencial da  cabeça do motociclista e que tem o poder de salvar vidas, além de ser obrigatório. Seu uso evita a ocorrência de traumatismo craniano e outros danos à essa região em caso de acidentes. Existem diversos modelos de capacete de moto, de diversos materiais à sua disposição. Quer conhecer quais são eles para fazer a melhor escolha? Confira!

Primeira condição para capacetes de moto: a certificação

Se você gostou de determinado capacete, verifique antes de comprar se ele possui o certificado do INMETRO (Brasil), do DOT (Department of Transportation) ou um selo atribuído pela Snell. Elas são certificadoras dos Estados Unidos que fazem testes rigorosos com os capacetes de moto e atestam sua qualidade e segurança. Você saberá que está comprando um produto testado e seguro para seu uso.

Existem quatro tipos de capacetes de moto homologados pelo INMETRO e que, portanto, estão dentro da lei. Eles foram homologados por serem os mais seguros para o uso em motocicletas. São os seguintes:

Capacete aberto

Este capacete é perfeito para o verão, mas dos quatro que estão na lista, é o menos seguro, apesar da homologação pelo INMETRO. Eles são arejados e, por isso mesmo, não protegem integralmente a região do rosto, boca, nariz e queixo. Eles podem ter, ou não, viseira protetora. Caso não tenham, é obrigatório o uso de óculos protetores.

Capacete integral

Este é o capacete mais seguro e mais tradicional usado pelos motociclistas. Ele protege a região craniana, o rosto e o queixo, sendo totalmente fechado na extremidades. Alguns modelos possuem sistema de exaustão e ventilação, para evitar o calor na cabeça nos dias mais quentes e também para desembaçar a viseira de proteção.

Capacete modular

Este capacete possui um viseira flexível e articulada, podendo ser aberta em determinados momentos, quando o motociclista estiver parado e precisar se comunicar, por exemplo. Quando fechado, o capacete modular é como o modelo integral, pois protege as mesmas áreas que ele. Apesar dessa versatilidade, dizem que ele é mais pesado e mais barulhento que o integral. Vale experimentar antes para conferir sua adaptação ao modelo.

Capacete off road

Este capacete é o utilizado por praticantes de rally, motocross e outros esportes radicais em motocicletas. Ele possui um modelo integral e auxilia a proteção em locais terrosos e nas difíceis trilhas, pois possui a queixeira mais alongada para a proteção de quedas e inalação de terra e areia, matéria típica desses esportes.

Tamanho

Independente do modelo escolhido, o tamanho certo do capacete é essencial para que ele cumpra sua função de proteção. Para saber o tamanho certo, meça a circunferência da sua cabeça colocando uma fita métrica acima das orelhas. Se sua cabeça mede 54cm, você deverá usar o tamanho PP (XS), de acordo com uma tabela de tamanhos e medidas fornecida pelos principais fabricantes, como pode conferir aqui.

E então, já está pronto para adquirir um desses capacetes de moto? Não dê chances ao acaso e se proteja sempre! Conte nos comentários qual seu modelo você prefere. Até mais!

Foto: Alvimann

by Motoboy SP

jaqueta com airbag

Conheça a jaqueta com airbag que um dia pode salvar sua vida!

Aproveitar a facilidade de deslocamento que uma moto oferece sem ficar exposto às vulnerabilidades que o trânsito e a velocidade produzem: este é o sonho de muitos motoqueiros. Graças a tecnologias como a da jaqueta com airbag, juntamente com outras providências tomadas, hoje ele ficou mais próximo. E, para segurança de todos, está se tornando obrigatório.

Em 2013, anunciou-se no Brasil o projeto que cria a obrigatoriedade da instalação de limitador de velocidade em motocicletas e motonetas. Nessa nova legislação, que  estipula o prazo de três anos para consolidação, os condutores e passageiros poderão ser obrigados a utilizar colete ou jaqueta com airbag. Estes devem ser oferecidos pelo empregador, caso o motoboy preste serviços e não seja um profissional autônomo.

Antes disso, já se encontrava à disposição no mercado brasileiro uma tecnologia semelhante a dos airbags para carros, que promete uma redução de 80% do risco de morte em acidentes. Para você conhecer melhor a tecnologia e avaliar o seu custo, respondemos algumas das perguntas mais urgentes e comuns sobre o airbag para motos:

Como funciona a jaqueta com airbag?

Com câmaras de ar embutidas, elas inflam quando um “gatilho” libera gás CO2 sobre alta pressão, inflando o airbag quando o impacto leva o motorista a se separar do veículo. Como nem sempre essa separação se dá como previsto, por exemplo,  a velocidade exigida na inversão pode ser maior que a que ele assegura, a jaqueta com airbag pode não ser totalmente eficaz.

Um fabricante, no entanto, conseguiu chegar a uma forma mais eficiente de ativação com a utilização de sensores que analisam mais rapidamente os impactos e as movimentações bruscas. Eles são instalados em diferentes lugares da moto e integrados via wireless. Mesmo assim, embora evitando um grande número de sequelas graves, não possui uma abrangência total, limitando-se a proteção das áreas específicas do tórax e pescoço, deixando de fora os braços e  pernas, partes do corpo bastante vulneráveis em acidentes. Por isso, deve-se buscar outros elementos complementares de segurança que acobertem e amenizem os impactos nessas regiões.

Para entender melhor este equipamento antes de comprar, você pode também conferir vários vídeos disponíveis na internet que mostrarão na prática o funcionamento da tecnologia.

Qual a média de investimento?

Coletes e jaquetas com airbag são anunciados por preços que variam entre R$ 800,00 e R$2.900,00. O preço é um pouco “salgado” e acaba tornando difícil a aquisição do produto. Pensando nisso e nas dificuldades que pode gerar para usuário de motocicletas e motonetas, está sendo apresentado a propadicionado ao projeto uma previsão de uma isenção de impostos que incidem sobre os produtos: Imposto de Importação e Imposto sobre Produtos Industrializados, além das alíquotas da Contribuição para o PIS/Pasep e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins). Passado esse tempo, a intenção é a de que a demanda seja maior e a produção seja nacionalizada, levando a uma redução do custo desses equipamentos.

Se possui experiências que possam contribuir com outros motociclistas, compartilhe nos comentários outras informações que possam ser úteis a todos!

Foto: Steve Hix

by Motoboy SP

motoboys de Sao Paulo

Conheça o perfil dos motoboys de São Paulo

Os motoboys de São Paulo são um fenômeno urbano recente. Surgiram em meados da década de 1980 e hoje é um dos principais elementos da paisagem da capital paulista. Devido à dinâmica e a natureza de seu trabalho, os motoboys são alvos constantes dos mais diversos tipos de situações no trânsito. Mas afinal, quem são eles?

Os motoboys de São Paulo

Um estudo sobre o trabalho dos motoboys de São Paulo publicou dados oferecidos pelo Centro de Engenharia de Tráfego (CET) que ajudam a compreender o perfil de quem realiza entregas e coletas de produtos sobre duas rodas. Cerca de 99% dos motoboys pertencem ao gênero masculino. A maioria possui o Ensino Médio completo (57%), ainda que uma quantidade considerável só tenha cursado o Ensino Fundamental (36%).

Um dado que impressiona é a quantidade de jovens na profissão: aproximadamente 32% dos motoboys têm entre 20 e 24 anos e 77% estão na faixa etária que vai dos 18 aos 29 anos. Isso significa que pelo menos 8 em cada 10 motoboys são jovens.

Quilômetros rodados e horas trabalhadas

O mesmo estudo aponta outra pesquisa, desta vez realizada pelo Ibope Opinião, que revela que quase um terço (29%) dos motoboys roda de 151 a 250 quilômetros por dia. Também chega a quase um terço (30%), a quantidade de motoboys que trabalha acima de 10 horas todos os dias.

Profissão arriscada

Atualmente, existem em São Paulo mais de 200 mil profissionais dedicados a algum tipo de serviço por meio de motocicletas. De acordo com dados fornecidos pelo Hospital das Clínicas, uma média de 37 motociclistas sofrem acidentes na capital paulista por dia. Desses 37 acidentes, pelos menos três têm vítimas fatais.

Por esses dados, conclui-se que a profissão de motoboy é a escolha de muitos homens jovens com um nível médio de instrução. Também é possível afirmar que se trata de um trabalho com grau elevado de risco, ainda que essencial para empresas, consumidores e o próprio ritmo do mundo contemporâneo.

E você, também é um dos muitos motoboys de São Paulo? Conte para a gente como é a sua rotina e desafios nos comentários.
by Motoboy SP

logistica reversa

Como fazer logística reversa com a ajuda de motoboys

A logística reversa, ou coleta reversa, como o próprio nome já diz, é a área dentro da logística que cuida dos produtos que precisam retornar aos seus locais de origem por qualquer motivo. Esse tráfego, no sentido contrário ao da cadeia de produção, deve ser levado em consideração pelas empresas e é um aspecto cada vez mais importante para os consumidores.

Quando há engano no envio de um produto, defeitos de fabricação, danos causados pelo transporte ou mesmo a simples desistência da compra, muitas vezes é necessário recolher o produto na residência do cliente. Diante desse inconveniente, a conduta da empresa que zela pelo próprio nome deve ser simples e objetiva: recolher o produto com rapidez e eficiência.

Pouca gente sabe, mas a logística reversa faz parte do trabalho das motoentregas e pode ajudar as empresas a amenizar esse tipo de problema. Veja a seguir como fazer sua logística reversa com a ajuda de um motoboy.

Informação precisa

Para realizar a logística reversa, o motoboy precisa de todos os dados da demanda a ser resolvida e o máximo de informações a respeito da residência do cliente. Caso seja possível informar um ponto de referência próximo ao local ou indicar alguma característica da casa, com certeza o trabalho do motoboy será facilitado. Detalhes como assinaturas, documentos a serem preenchidos e informações a serem repassadas devem ser considerados e combinados com a motoentrega.

Contato com o cliente

Para que a coleta ocorra sem problemas, é importante que a empresa disponibilize algum canal de comunicação para o cliente informar caso haja algum imprevisto. Se algo não estiver de acordo com o combinado, será possível tomar as providências necessárias rapidamente. Nesses casos, é importante observar a disponibilidade do cliente ao esperar o motoboy. Às vezes é melhor cancelar a coleta e remarcar para outra data.

Protocolo

Uma boa prática das empresas é ter protocolos para situações diversas, e isto inclui as devoluções por insatisfação ou por defeitos do produto. As medidas a serem tomadas podem ser padronizadas, organizadas e documentadas num protocolo de ações. Dessa forma, quando surgir a necessidade de executar a logística reversa, os colaboradores poderão seguir as orientações apropriadas e desejáveis.

O protocolo serve também para aprender com o ocorrido, pois prevê de que forma será coletado o feedback do cliente. É uma oportunidade de pedir desculpas pelo ocorrido, demonstrar interesse sobre o caso, reunir dados relevantes para aprender, melhorar seu produto e solucionar os erros que causaram a necessidade do uso da logística reversa.

Como parte fundamental para a coleta do produto, o motoboy deve ser considerado no protocolo a ser redigido. Quais informações o motoboy precisa repassar ao cliente e quais precisa solicitar? Há um motoboy com treinamento indicado para a situação? Alguma recomendação no transporte do produto? Tudo isso pode ser apresentado no protocolo para facilitar a rápida resolução do problema.

Terceirização

Para evitar gastos desnecessários, muitas empresas optam por terceirizar a logística reversa com a ajuda de motoboys. Os motoboys são pagos mediante a demanda, então se na sua empresa as devoluções são eventuais, pode ser interessante evitar um funcionário ocioso para essa função. A melhor opção de motoboys na Grande São Paulo você pode encontrar aqui.

Já precisou realizar uma coleta reversa em sua empresa? Conte nos comentários sua experiência. Também responderemos suas dúvidas. Até mais!
by Motoboy SP

acidentes de moto

Mitos e verdades sobre acidentes de moto

Quando o assunto é motocicleta muitas vezes se pensa em perigo de acidentes. E quando a história é trabalhar com uma moto todos os dias, como no caso dos motoboys, as pessoas possuem ainda mais medos e preconceitos. É importante conhecer alguns mitos e verdades sobre acidentes de moto para que se entenda que nem sempre passear ou trabalhar com moto é perigoso como se pensa, se você souber como conduzir de forma defensiva. Um estudo do Hospital das Clínicas de São Paulo ajuda a desvendar a realidade sobre esse assunto. Confira:

Homens se acidentam mais de moto?

Isso é uma verdade, conforme o estudo feito pelo HC de São Paulo: 92% dos acidentes de motos acontecem com homens, contrariando o mito de que mulher se acidenta mais. A maioria dos acidentados tem por volta de 30 anos, com Ensino Médio; 62% ganha até 3 salários mínimos.

Motoboys são a maioria entre os acidentes de moto? 

A pesquisa mostrou que quem usa a moto por até duas horas por dia é quem mais sofre acidentes de moto. Ou seja, os motociclistas que usam o veículo como instrumento de trabalho não são os que mais se acidentam. De acordo com o estudo, somente 23% dos acidentados trabalham com moto. A justificativa é que quem passa mais tempo conduzindo adquire mais experiência e sabe como se sair melhor no trânsito e em situações difíceis, reduzindo os acidentes de moto.

Experiência é o que mais conta?

Como vimos, os motoboys estão entre a minoria dos acidentados. Além disso, 45% (quase metade!) dos acidentados possuía habilitação há menos de dois anos, tendo pouca prática na direção. Ou seja, grande parte dos acidentes se deve ao despreparo de motociclistas pouco habituado a conduzir uma moto e que por inexperiência deixam de tomar certos cuidados.

A imprudência de motoqueiros é a maior causa dos acidentes de moto?

Embora os motoqueiros tenham a fama de imprudentes, o estudo mostrou que a culpa nos acidentes de moto pesquisados empata em 50% sobre quem estava errado, ou seja, na metade dos casos o outro condutor era o culpado pelo acidente. Mais revelador ainda é saber que em 21% dos acidentes o condutor tinha usado drogas ou consumido álcool e 23% deles não possuíam habilitação para dirigir moto. Como se pode ver, a imprudência é sim fator para acidentes de moto, mas ela pode partir tanto do motociclista como do condutor de outro veículo.

Pista molhada é responsável pela maioria dos acidentes de moto?

Dados da pesquisa mostraram que, embora muitos queiram colocar a culpa na pista molhada, 97% dos acidentes de moto acontecem em pista seca. Por outro lado, 18% dos acidentes de moto acontecem envolvendo óleo, areia ou má sinalização.

Grande parte dos acidentes de moto são fatais?

Dados do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) mostram que o número de mortos em acidentes de moto aumentou 263,5% em 10 anos. Foram 11.268 mortes no Brasil em 2011 contra 3.100 em 2001. Porém, mesmo diante deste cenário onde as mortes cresceram, uma outra pesquisa, da Vias Seguras, mostra que o número de mortos por ano era de mais de 13 mil contra 50 mil feridos gravemente. Isso significa que, apesar de ser grande quantidade de acidentes fatais, o maior problema envolve lesões graves.

Você conhece algum outro mito ou verdade sobre acidentes de moto? Compartilhe com a gente! Também estaremos respondendo suas dúvidas. Até mais!
by Motoboy SP

equipamentos de seguranca para motoboys

Equipamentos de segurança para motoboys com estilo

Quem é motoboy sabe que a segurança tem que estar sempre em primeiro lugar. Nas ruas, eles se deparam com os mais diversos tipos de obstáculos e precisam antecipar o que outros motoristas vão fazer, mas não há como adivinhar. Um motociclista pode pilotar de forma correta e mesmo assim ser vítima das atitudes dos outros.

Por isso, além de praticar a direção defensiva, é preciso estar em dia com o uso de todos os equipamentos de segurança. Cada um deles é importante e pode ser vital na hora de proteger sua vida.

Mas calma: isso não quer dizer que você precisa andar como o Robocop. Existem muitos equipamentos de segurança que unem funcionalidade com bom gosto e, além de proteger contra impactos, dão uma força ao visual. Separamos algumas dicas de equipamentos de segurança que podem ser úteis na sua busca pelos melhores, confira a seguir.

Dicas de equipamentos de segurança para trabalhar com estilo

Capacetes

Obrigatórios. Eles precisam ser equipados com adesivos refletores e passarem por diversas provas. Opte sempre pelos que possuem selo do Inmeto. Veja abaixo alguns modelos:

Modelos fechados: os melhores para segurança, pois protegem a cabeça por inteiro. A Taurus tem modelos interessantes. A marca Vaz também fabrica capacetes fechados com excelente custo-benefício. Os modelos e novidades estão disponíveis no site da marca.

Modelos de fibra de carbono: são como os modelos fechados, mas custam um pouco mais por serem mais leves e resistentes. São comuns em preto, mas a marca Texx também possui modelos azuis e vermelhos.

Modelos de motocross: podem ser utilizados no trânsito, desde que haja a preocupação em encontrar uma viseira de boa qualidade e que se adapte muito bem à face, para não deixar o rosto exposto ou sair com facilidade. A MX Parts tem capacetes de motocross classudos em diversas faixas de preço.

Luvas

Também obrigatórias, devem ficar muito bem ajustadas à mão para não prejudicar nenhum movimento de aceleração ou frenagem – o que poderia ser fatal. Veja alguns exemplos:

Modelos de motocross: estão entre os modelos mais interessantes, com muitas opções de cores e modelos. As luvas da Fox costumam ter combinações de cores muito bacanas. As marcas X11, Thor e Alpinestars também tem bom custo-benefício e modelos interessantes.

Modelos em couro: São uma boa opção devido à durabilidade e resistência. A Texx possui modelos bem legais, disponíveis com especificações.

Jaquetas

Existem modelos de jaquetas que já vem com itens obrigatórios no trânsito, como cotoveleiras e luzes refletivas. Opte, de preferência, pelas que já vem com proteção para articulações e tórax – existem inclusive modelos com proteção para a coluna. Marcas como Shift, Pro Tork, Zebra e Texx têm modelos interessantes mais em conta.

Para quem quer prefere classe, qualidade e proteção para a vida toda, pode optar pelas jaquetas da Alpinestars – nesse caso, deve estar preparado para investir uma boa grana e também em um colete refletivo, para garantir a adequação às normas do Código de Trânsito brasileiro.

Botas

Grandes marcas internacionais como a Puma estão começando a investir em nosso mercado, mas quem quiser ter uma bota fora do comum ainda vai ter que desembolsar uma boa grana. A boa notícia é que existem marcas bacanas bem mais em conta, como Bull Terrier e Mondeo. Entre as mais estilosas, as botas de motocross são as que possuem mais variações de cores e modelos – só que elas têm uma grande desvantagem: são pesadas e pouco flexíveis para o dia a dia.

E para você, quais são as marcas de equipamentos de segurança para motoboys mais estilosas? Conte pra gente nos comentários! Também estaremos respondendo suas dúvidas. Até mais!
by Motoboy SP

motoboy terceirizado

Como contratar motoboy terceirizado

Quando as empresas precisam encaminhar um documento ou encomenda para o outro lado da cidade, elas precisam de uma forma de transporte dinâmica e com preços acessíveis para o seu dia a dia. É aí que entra o motoboy. Ele pode ser contratado para trabalhar o dia todo na empresa como funcionário, ou como motoboy terceirizado, que cobra por corrida, e que pode ser vinculado à uma empresa de motoboys ou atuar como motoboy autônomo. Saiba abaixo como:

O motoboy terceirizado

Embora desde os anos 80 o motoboy faça parte da realidade das empresas, com o passar do tempo a terceirização da atividade começou a acontecer. Hoje há diversos tipos de empresas fornecedoras de serviços de motoboy e motoboys autônomos que proporcionam maior conveniência a quem precisa de entregas. Há também empresas que usam a tecnologia para conectar motoboys autônomos com o mercado de transporte, como já apresentamos em outro artigo sobre melhores opções de entrega rápida em São Paulo.

Funciona da seguinte maneira: as empresas de motoboys facilitam a contratação dos profissionais, oferecendo o serviço às empresas que necessitam de entrega rápida. Com isso, qualquer empresa pode solicitar o serviço de motoboy por apenas uma corrida, sem se preocupar com contratação, leis trabalhista e investimento em veículos.

As grandes vantagens desse tipo de terceirização são a diminuição dos custos e a flexibilidade de horários. É possível combinar um horário diário para que um motoboy busque as entregas e as realize diariamente, entre outras modalidades de contratação oferecidas. Como citei anteriormente, também é possível usar a tecnologia para rastrear as entregas e receber ofertas de serviço dos motoboys autônomos mais próximos.

É importante ressaltar que contratar motoboys por corrida através de uma empresa intermediadora não caracteriza vínculo empregatício, já que esta poderá oferecer o serviço dos motoboys para outras empresas. Além disso, a empresa que contrata o serviço terceirizado não precisa se preocupar em ter um veículo para o motoboy trabalhar, pois quem fornece isso é a intermediadora, que em geral contrata profissionais que tenham o seu próprio veículo.

Caso sua empresa precise de entregas esporadicamente, esse tipo de contratação pode ser a melhor solução. O motoboy terceirizado está presente somente quando necessário, ao mesmo tempo que está sempre disponível para entregar.

Está precisando de um motoboy terceirizado? Conte para nós nos comentários. Também estaremos respondendo suas dúvidas. Até mais! 
by Motoboy SP

calcular viagem motoboy

8 fatores para calcular viagem de motoboys

Se sua empresa está contratando motoboys próprios ou terceirizados, ou ainda se você é motoboy autônomo e quer oferecer um preço adequado pelo seu serviço, é importante que saiba como calcular os custos envolvidos. Veja a seguir os principais fatores a serem observados ao calcular viagem de motoboys.

DICA: para quem está procurando uma resposta rápida sem se deter nos detalhes deste cálculo, o link abaixo leva para a ferramenta de cálculo da Motoboy.com:

COTAÇÃO ONLINE DE SERVIÇOS DE MOTOBOY

 

Para calcular viagem de motoboy, considere:

1. Distância

Antes de mais nada, precisa-se saber qual é a distância a ser percorrida. Para descobrir pode-se usar o Google Maps da seguinte forma:

1. Abra o Google Maps;

2. Localize o ponto inicial da rota no menu de busca;

3. Clique com o botão direito em cima do mapa e aperte em “rotas a partir daqui”;

4. Digite no campo de busca o local de destino e escolha o veículo utilizado (nesse caso, a moto);

5. O trajeto, com estimativa de distância, aparecerá na tela.

2. Combustível

Apesar da moto consumir relativamente pouco combustível, este ainda é um dos principais gastos do frete, principalmente enquanto vemos aumentos constantes nos postos. O consumo do combustível não depende somente da distância do trajeto ida e volta: mesmo parada no trânsito, ela continua consumindo combustível. Por isso é necessário ter como referência quantos quilômetros por litro o veículo faz em média. Veja abaixo.

Como calcular o valor do combustível por viagem:

1) Primeiro saiba quantos quilômetros sua moto faz por litro, ou seja, o consumo da moto. O jeito mais simples para isto é zerar o hodômetro quando abastecer e registrar a quantidade de litros abastecidos. Quando este combustível for todo consumido, então divida os quilômetros rodados desde o abastecimento pela quantidade de litros utilizados, e o resultado será o consumo da moto.

2) Divida a quilometragem da viagem a ser calculada pelo consumo da moto. O resultado será o número de litros que a moto consumirá na viagem.

3) Multiplique o número de litros que a moto consumirá pelo preço da gasolina.

Exemplo: se a moto percorrer 50km e faz 28km por litro, então esta viagem irá consumir 1,78 litros. Com combustível a R$2,90/litro, o gasto será de R$5,17.

3. Tempo de entrega

Para negociar o valor das viagens de um motoboy, o critério do tempo de entrega é fundamental. Além da distância, o trânsito e a espera do motoboy para entregar o produto em mãos influenciam nos custos. Uma entrega demorada diminui o número de fretes diários que podem ser realizados pelo motoboy. Logo, o valor a ser pago deve compensar a redução do número de entregas do dia.

Para calcular o tempo médio de cada entrega, some o tempo de todas as entregas em um período e divida pela quantidade de entregas. Sabendo o tempo médio de cada entrega, poderá saber quais situações estão demorando mais do que deveriam, ou ainda cobrar um acréscimo em situações que ultrapassem esse tempo.

4. Pontos de parada

O número de paradas influencia no cálculo do valor das viagens. Deslocar-se por vários endereços demanda tempo e esforço, portanto o valor deve ser ajustado conforme o número de paradas efetuadas. Portanto, ao contratar um motoboy, saiba qual o valor por parada cobrado. Se, ao contrário, você é o motoboy, defina um valor que julgue apropriado para cada local adicional a ser percorrido.

5. Seguro

O motoboy, ao estipular o valor do serviço, pode incluir uma pequena taxa de seguro. Essa taxa servirá para pagar o seguro da moto e o seguro de vida do profissional; em certos casos, é possível assegurar também a mercadoria a ser transportada. Também pode ser uma boa ideia assegurar os motoboys próprios da empresa, protegendo a todos contra acidentes, assaltos e outras eventualidades.

Considere os custos por viagem, quando este for cobrado pelo profissional terceirizado. Se o motoboy é funcionário próprio, some os custos anuais dos seguros contratados e divida pelo número de dias trabalhados por ano. O resultado será o custa diário dos seguros. Para chegar ao valor médio por entrega, simplesmente divida o custo diário pelo número médio de entregas por dia.

6. Margem de lucro

Todo negócio precisa ter na ponta do lápis suas despesas para poder cobrar um valor justo. O mesmo serve para os motoboys autônomos, que devem contabilizar seus gastos como prestadores de serviço.

A primeira coisa a fazer é dividir os custos em fixos e as variáveis. Os custos fixos não variam de acordo com as vendas, ao contrário dos custos variáveis. Entre os custos fixos estão a manutenção da motocicleta e o seguro. Já o consumo de combustível será proporcional ao número de corridas e à distância percorrida, portanto é uma despesa variável.

Tenha todos esses números organizados em uma tabela. Assim, fica mais fácil de mensurar o preço do serviço.

CUSTOS FIXOS CUSTOS VARIÁVEIS
Manutenção Gasolina
Seguro Tempo de entrega
Total: Total:

A tabela acima é um exemplo de como esse controle pode ser feito. Cabe a você estabelecer todos os gastos fixos e variáveis para criar sua própria tabela.

Depois de medir as despesas, é hora de estipular sua margem de lucro. O preço que você irá cobrar pelo serviço prestado deve ser superior à soma dos custos fixos e variáveis, com uma margem adequada ao risco do negócio. Defina seu lucro baseado no investimento de capital e trabalho realizado.

7. Remuneração do motoboy

No caso da empresa ter um motoboy contratado por CLT e a moto ser propriedade da empresa, pode-se fazer o seguinte cálculo:

Custo anual: Salário + Décimo terceiro + Férias

Custo diário: custo anual dividido pelo número de dias trabalhados por ano.

8. Custo da moto

Sendo a moto uma proprieda da empresa, considere:

Custo anual: Seguro da moto + Manutenção preventiva + Documentação/Impostos (seguro DPVAT + IPVA).

Custo diário: custo anual dividido pelo número de dias trabalhados por ano.

Todos esses fatores entram na equação que irá resultar no custo da viagem dos motoboys. Para um detalhamento do cálculo, é possível inserir os valores em uma planilha de cálculo de entrega. Com isso, será possível ter um número mais preciso de quanto cobrar na taxa de entrega ou embutir no seu produto o valor que vai arcar com essas despesas.

Como já dissemos antes, para quem está procurando uma resposta rápida sem se deter nos detalhes deste cálculo, você pode usar nossa ferramenta online para cotação de serviços de motoboy.

 

modelos de motos

Os melhores modelos de motos econômicas para motoboys

O serviço prestado pelos motoboys é de grande utilidade no dia a dia das empresas, isto todos concordam. As motocicletas são responsáveis por levar mais agilidade para as entregas por conseguirem “costurar” o trânsito caótico dos grandes centros e achar vagas de estacionamento com mais facilidade.

Os modelos de motos oferecem diferentes possibilidades pelo seu dinheiro, e esses detalhes podem influenciar significativamente na qualidade do serviço prestado. Selecionamos os melhores modelos econômicos para você escolher aquele que mais combina com o seu perfil.

Melhores modelos de motos econômicas para entregas rápidas

Honda CG de 125cc e 150cc

Esse modelo é sinônimo de economia. Tanto na questão de manutenção quanto em consumo de combustível (média de 44km/l), a moto Honda é ideal para quem está começando nessa área e precisa poupar dinheiro.

Aqueles que já estão há algum tempo também optam bastante por esse modelo – ele é um dos queridinhos dos motoboys. Projetada para uso essencialmente urbano, essa moto passa de 100km/h e encara viagens com duas pessoas e capacidade de carga de até 166kg. Você encontra a CG nas cores preto, vermelho e amarelo com cilindrada de 124,7 e transmissão de 5 velocidades. A 125 Fan tem 11,6 cv e a CG 150 possui 14,3 cv e freios a disco. As 125 e 150 possuem pneu dianteiro de 80/100-18 M/C 47P e pneu traseiro de 90/90-18 M/C 57P.

Yamaha YBR 125cc

Assim como a Honda, a Yamaha YBR também é econômica (faz de 35 a 40 quilômetros por litro) e está na lista de preferidas por motoboys. Além de ter características parecidas com a Honda, conta com protetor de escapamento e pedaleira do garupa, além de assento em dois níveis e um exclusivo sistema antivibração. Sua vantagem sobre a CG é sua elevade capacidade de carga. Ela pode aguentar até 198kg. Mas cuidado! Muito peso no baú pode alterar o ponto de gravidade da moto e deixar a direção instável. O consumidor poderá encontrar este modelo nas cores preto e vermelho com um cilindro e potência máxima de 10,2 cv e cilindrada de 125cc. O modelo conta com pneu dianteiro de 2.75-18 REINF 48P – L MATRIX e pneu traseiro de 90/90-18 REINF 57P – L MATRIX.

Suzuki Yes 125cc

Tem ignição eletrônica e motor de quatro tempos com refrigeração a ar. Vem com rodas de liga leve de fino acabamento, pneus sem câmara, além de marcador de combustível integrado ao tacômetro. Mas fique de olho nas desvantagens: as peças costumam ser mais caras, nem todas as cidades tem revenda autorizada e ela não poupa gasolina. Seu consumo fica perto de 30km/l. Pode carregar até 160kg e está disponível nas cores azul, vermelha, prata, preta e amarela. A Suzuki Yes possui cilindrada de 125 cm³, sistema de partida elétrica, e transmissão de 5 velocidades. O pneu dianteiro da moto é de 2.75-18 M/C (42P), e traseiro de 90/90-18 M/C (57P).

Honda Bros

Ótima para encarar com conforto as trilhas urbanas e os buracos das ruas graças às suas suspensões mais elevadas e aros e pneus de maior diâmetro, o que lhe permite suportar até 170kg. O consumo médio é de 35km/l, com tecnologia flex para etanol e gasolina, com capacidade do tanque de 12 litros. Tem sistema de partida elétrico e transmissão de cinco velocidades, um cilindro e desempenho de 149,2cc. Em contrapartida, não está entre os melhores quando se deseja maior velocidade. O modelo está disponível nas cores preto, vermelho e branco. O pneu dianteiro é de 90/90-19M/C 52P e o traseiro de 110/90-17M/C 60P.

Yamaha XTZ 125X

Assim como a Bros, é ótima para encarar a cidade, mas peca na velocidade. Com design moderno, utiliza tecnologia que proporciona maior economia, alcançando uma média de consumo de 40,4km/l. Com partida elétrica e motor ágil e leve, pode suportar até 185kg. A potência máxima desta moto é de 10 CV com embreagem multidisco banhado a óleo, e um cilindro. Possui 125 cc, câmbio de 5 velocidades, com pneu dianteiro de 100/80 – 17 MC 52P e traseiro de 110/80 – 17 MC 57P. Está disponível nas cores preta e branco.

Qual moto devo escolher?

A dica é escolher um modelo de moto que atenda as suas demandas do dia a dia e que atenda suas preferências pessoais. Observe quais são as suas necessidades para fazer a melhor escolha: você trabalha em uma cidade onde o asfalto é esburacado e pode estragar sua moto? Ou você está começando nesse ramo e prefere um modelo mais econômico? Ou ainda, tem a preferência por trabalhar com uma moto mais leve? As preferências pessoais e as características do seu trabalho serão os fatores decisivos nessa escolha.

Diante de tantos modelos de motos, apresentamos neste post as mais econômicas, testadas e aprovadas pelos motoboys. Recomendamos ir além de nossa rápida análise e conhecer com mais detalhes cada moto antes de realizar sua compra. E para ajuda-lo nessa decisão, estaremos respondendo suas perguntas nos comentários abaixo.

Gostou das nossas dicas? Agora é a sua vez: qual moto que você usa no dia a dia? Escreva abaixo suas dúvidas e comentários. Até mais!
by Motoboy SP

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